sábado, 4 de junho de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Capacitação
Conheça as fases do processo de desenvolvimento de competências, fator essencial à cultura do conhecimento na empresa.
Desenvolver competências nada mais é que fazer as pessoas
adquirirem conhecimentos, habilidades e atitudes para o bom desempenho
de seus cargos, funções e papéis.
Desenvolver competências é importante para a empresa e para o colaborador, pois proporciona:
Desenvolver competências é importante para a empresa e para o colaborador, pois proporciona:
- Excelência do trabalho;
- Produtividade;
- Qualidade;
- Utilização adequada dos equipamentos;
- Satisfação pessoal de contribuir com a empresa e de se tornar especialista no que faz.
A capacitação e o desenvolvimento de pessoas é um processo que se repete como um ciclo e é composto de quatro fases sequenciais:
- Fase 1 – Determinação das necessidades de capacitação;
- Fase 2 – Programação da capacitação;
- Fase 3 – Execução da capacitação;
- Fase 4 – Avaliação dos resultados da capacitação.
Vamos ver cada uma delas:
Fase 1 - Determinação das necessidades de capacitação
Como funciona?
A empresa identifica as carências de várias formas. Uma delas é analisando os problemas de desempenho.
Vejamos quais os problemas que podem ser apontados como geradores de demanda por novas competências:
Vejamos quais os problemas que podem ser apontados como geradores de demanda por novas competências:
Problemas de produção ou nos serviços.
- Qualidade deficiente;
- Quantidade insuficiente;
- Baixa produtividade;
- Alto índice de manutenção, retrabalho etc.
Problemas de pessoal
- Elevado índice de acidentes;
- Problemas na comunicação;
- Dificuldade nas relações interpessoais;
- Baixa cooperação etc.
Porém, nem sempre o problema de desempenho é a principal causa de
carência de capacitação. Outros fatores podem exigir o desenvolvimento
de uma nova competência:
- Uma nova tecnologia a ser implantada na empresa;
- Uma mudança, planejada ou não.
Necessidades de capacitação por mudanças, planejadas ou não, na
empresa: essas necessidades vão aparecer quando ocorrerem certos eventos
na empresa que exijam novas competências dos colaboradores.
Veja os exemplos:
Veja os exemplos:
- Novos equipamentos;
- Novas instalações;
- Novas tecnologias;
- Novos métodos e processos de trabalho;
- Admissão de novos colaboradores;
- Novos mercados;
- Novos produtos e serviços etc.
Para levantar as necessidades e poder montar um plano de capacitação
de uma empresa, há diversas ferramentas que podem ser utilizadas:
- Avaliação de desempenho;
- Relatório do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC);
- Pesquisa de clima; `
- Entrevista de desligamento;
- Formulários apropriados;
- Gestão e planejamento estratégico.
Fase 2
Programação da capacitação
Depois que a empresa identificou as necessidades, é hora de elaborar o plano de capacitação. Esse plano deve estabelecer:- Quem deve ser capacitado;
- O conteúdo da capacitação;
- Como se deve ser a capacitação: aula, estágio, seminário, rodízio de funções etc.;
- O período em que deverá ocorrer a capacitação;
- Onde será a capacitação: interna ou externa;
- Quem fará a capacitação – alguém da empresa ou uma entidade externa.
Os programas de desenvolvimento de competências podem ser de quatro tipos:
- 1. Programa de integração. Destinado aos colaboradores recém-admitidos, a fim de integrá-los ao novo ambiente de trabalho e também aos demais colaboradores.
- 2. Programa de formação. Capacitação totalmente técnica, destinada a colaboradores que desconhecem as atividades. Esse tipo de capacitação deve fornecer instruções completas e detalhadas da tarefa a ser executada.
- 3. Programa de aperfeiçoamento. Destinado a todos da empresa, desde o colaborador com baixo grau de escolaridade e função mais simples até o mais graduado, ocupante de cargo com grande poder de decisão.
- 4. Programa de desenvolvimento. Para preparar os colaboradores para assumirem as funções mais complexas. Esse tipo de capacitação deverá acompanhar o potencial e o rendimento do colaborador visando a um plano de carreira.
Fases 3
Execução da capacitação
Essa fase é a concretização do plano e do programa de capacitação no desenvolvimento de competências, conforme os quatro tipos citados na fase passada. Deve ser de responsabilidade do líder, auxiliado pela área de recursos humanos, dos profissionais mais experientes e do próprio colaborador. Novamente destacamos que o colaborador deve ser envolvido para que se sinta como parte do processo.A execução da capacitação pode ser feita:
- No próprio local de trabalho;
- Ministrada pela liderança ou por um colega mais experiente, é um tipo de capacitação que usa como recursos os equipamentos da empresa e com, no máximo, três participantes. Nesse tipo de capacitação, o colaborador aprende fazendo. Para isso, deve ser dividida em pequenas etapas, para que o colaborador aprenda e aplique.
Nesse tipo de capacitação estão:
- A integração de um novo colaborador;
- A implantação de um novo software/tecnologia/nova máquina etc.
- Executada fora da empresa por uma entidade externa, como seminários, congressos, cursos etc.
- Capacitação in company (ou capacitação fechada).
- Capacitação realizada por uma entidade externa exclusivamente para as empresas. É uma capacitação na qual se negociam o conteúdo e a carga horária, tornando-a o mais próximo possível das necessidades e da realidade da empresa.
Fase 4
Avaliação dos resultados da capacitação
É a hora de verificar se a capacitação contribuiu para eliminar as
necessidades identificadas na Fase 1. É muito importante, pois
identificar se os colaboradores adquiriram conhecimentos, habilidades e
atitudes.
No livro "Desenvolvendo competências consistentes", o estudioso do assunto Paul C. Green destaca quatro tipos de avaliação:
- 1. Avaliação de reação. Mede como os participantes reagiram ao programa logo após o término da capacitação. Pode ser aplicada em qualquer tipo de capacitação.
- 2. Avaliação de aprendizagem. Mede conhecimento ou habilidade adquiridos com relação ao que foi ensinado. Normalmente, por meio de uma prova escrita ou oral. Tipo de avaliação mais adequada a cursos financeiros e técnicos.
- 3. Avaliação comportamental. Deve ser aplicada alguns meses após o curso, pois é preciso um período mais longo para que seja possível avaliar melhor a mudança no comportamento dos indivíduos.
- 4. Exemplo: em um curso de liderança aplica-se a um grupo de gerentes um questionário avaliativo um mês antes do curso (para os seus subordinados e pares). Após três meses do término do programa, envia-se o mesmo questionário para o mesmo grupo. A diferença das respostas representará as mudanças de comportamento.
A avaliação de resultados procura medir:
- A redução de custos;
- O aumento da produtividade;
- Outras melhoras de desempenho.
É o modelo mais complexo, pois é difícil demonstrar que a capacitação foi a única causa da melhora dos resultados.
Fonte: http://www.sebrae.com.br
Por: Andréa Lima - Turma de RH Idecc/ Messejana
sexta-feira, 27 de maio de 2016
TESTE
VOCÊ
CONHECE BEM A SI MESMO?
Nosso objetivo é propor
para você um exercício em que você possa se conhecer um pouco
mais. Cada um dos testes irá lhe permitir apenas uma resposta, que te
levará a uma reflexão sobre suas atitudes e pensamentos. É
importante que você utilize esse teste no seu tempo livre, como uma forma
de entretenimento, para que você aproveite tudo o que ele te proporcionará!
Para fazer os teste, fique atento
a estas dicas:
- Saiba que é apenas um
teste. Não é um exame, portanto não há “certos”
e “errados”.
- Seja fiel a si mesmo, e responda
com sinceridade, seriedade e boa vontade.
- Responda espontaneamente, não
procure pensar muito.
- Não fique repreensivo
consigo mesmo ao responder as perguntas.
- Não revise suas respostas.
- Não veja o resultado
com rigidez. Saiba que eles são apenas orientativos. Tenha consciência
que suas respostas serão influenciadas pelo estado emocional que você
se encontra naquele momento. Não há resultados certos ou errados,
e sim apenas um resultado de acordo com suas respostas, refletindo uma forma
de ser ou um comportamento.
- Escolha apenas uma alternativa.
Boa Sorte!
Leia atentamente as observações correspondentes ao seu grupo predominante:
Maioria A
— Você evita a instrospeção para se aprofundar mais em como você é. Você se
conhece pouco e mal. Por que não investir no autoconhecimento?
Maioria B
— Você se conhece bem. Para você, tantos suas virtudes como seus defeitos lhe
são conhecidos. Isto até te motiva a aprofundar esse seu conhecimento ainda
mais. Parabéns.
Maioria C
— Você se conhece e se desconhece ao mesmo tempo. Sua forma de ser até lhe confunde,
tornando-se às vezes uma pessoa muito inquieta. Investir no autoconhecimento
não lhe fará mal. Tente!
Fonte: Leila Navarro
Aluna: Elinalva Carneiro
Cálculo do valor da hora extra
Ciente de sua jornada de trabalho, o trabalhador pode calcular o valor de cada hora extra que realizou. Para tanto, primeiro é necessário calcular a jornada mensal. Isso é feito dividindo a jornada semanal por 6 (referentes aos seis dias da semana trabalhados), e multiplicando por 30 (referentes aos 30 dias do mês). Por exemplo: uma jornada de 44 horas semanais é dividida pelos 6 dias da semana e multiplicada pelos 30 dias do mês, chegando a um total de 220 horas/mês.
Daí é só calcular o valor da hora trabalhada, ou o salário-hora. Isso é feito dividindo o salário mensal pelas horas trabalhadas no mês. Ainda seguindo o exemplo anterior, tomando como exemplo um salário de R$ 500,00 e dividindo pela jornada mensal de 220 horas, chega-se ao valor de R$ 2,27 por hora trabalhada. Este é o salário-hora deste trabalhador hipotético e o valor será utilizado como base de cálculo do valor das horas extras efetuadas.
No caso de a jornada ser de 6 horas diárias, divide-se o salário mensal por 180 e, no caso de ser de 4 horas diárias, por 120 horas.
Hora extra tem adicional
Além do valor da hora extraordinária, segundo a legislação brasileira, o trabalhador que teve sua jornada ampliada deve receber um adicional de, no mínimo 50% sobre o valor do salário-hora, se a hora extra foi cumprida de segunda a sábado, ou de 100% do valor no caso de ter sido cumprida aos domingos ou feriados.
O resultado dessa conta é o valor de uma hora extra. No caso citado como exemplo, o trabalhador teria o valor de hora extra correspondente a R$ 3,40 (R$ 2,27 do salário hora mais 50% do valor, ou R$ 1,13), para cada hora extra cumprida em dias da semana. Se fosse cumprida aos domingos e feriados esse valor subiria para R$ 4,54 (duas vezes o valor do salário hora).
Se o trabalhador multiplicar o valor de uma hora extra pelo número de horas trabalhadas a mais no mês, terá o total em dinheiro que deverá receber pelas suas horas extras. Mas vale lembrar que no Brasil a prestação de horas extras não pode exceder o total de duas horas por dia, exceto nos casos de força maior ou necessidade imperiosa. Nestes casos, deve haver um acordo por escrito entre as partes ou norma coletiva.
As horas extras devem ser pagas ao final do mês em que foram realizadas. Se houver acordo do empregador com o sindicato ou convenção coletiva de trabalho, as horas extras poderão ser compensadas com dias de folga, no chamado banco de horas.
Não tem direito a receber horas extras os trabalhadores que prestam serviços externos, cuja fixação da jornada seja incompatível, mas, neste caso, esta condição deve estar registrada na carteira profissional (CTPS) do trabalhador e na ficha ou livro de registro de empregados do empregador.
Também não recebem horas extras os gerentes, diretores, chefes de departamentos ou de filial, pois são considerados como exercentes de "cargos de gestão"; e os empregados domésticos, cuja categoria está excluída da proteção legal da jornada de trabalho, sendo regidos pela Lei 5859/72.
http://meusalario.uol.com.br
Aluno: Jefferson Silveira
Pode ajudar na prova...;)
Gestão do Conhecimento!
O conceito de gestão do conhecimento surgiu nas organizações no início da década de 90, e segundo Karl Sveiby, a gestão do conhecimento
não é apenas um modo de eficiência operacional, mas sim parte da
estratégia empresarial. Esse ideia parte da premissa de que todo o
conhecimento existente na organização pertencem unicamente à mesma. Em
contrapartida, todos os colaboradores podem usufruir desse conhecimento,
o que pode ser de grande valia para, ao mesmo tempo em que contribui
significativamente para a geração de riquezas, lucros e valor para a
empresa e para seus colaboradores.
Para melhor compreensão da gestão do conhecimento, primeiramente,
deve-se entender os conceitos de dado, informação e conhecimento:
> Dado: Para uma organização, um dado é basicamente o registro
estruturado de transações, atividades e operações realizadas pela
mesma. Genericamente, pode ser definido como um conjunto de fatos
distintos e objetivos, relativos a eventos já ocorridos. (Davenport e
Prusak). Trata-se da informação bruta, ou seja, da descrição exata de
algo ou de algum evento que tenha ocorrido. Os dados em si não possuem
relevância, propósito ou significado, contudo são importantes porque
compõem a matéria-prima para criação das informações.
> Informação: É uma mensagem com dados que fazem a diferença,
podendo ser audível ou visível, e onde existe um emitente e um receptor.
É o insumo mais importante na produção humana dentro da organização. Em
suma, a informação são dados interpretados, dotados de relevância e
algum propósito (Drucker). Pode-se dizer que é um fluxo de mensagens que
são capazes de gerar conhecimento. É um meio ou material necessário
para extrair e construir conhecimento, acrescentando-lhe algo ou
reestruturando-o.
> Conhecimento: Deriva da informação e assim como esta, dos
dados. O conhecimento não é puro, nem simples, entretanto pode ser
considerado uma mistura de elementos formalmente estruturados. Segundo
Davenport e Prusak, o conhecimento pode ser comparado a um ser vivo, que
cresce e se modifica à medida que interage com o meio ambiente. Os
valores e as crenças integram o conhecimento, pois determinam, em grande
parte, o que o conhecedor vê, absorve, conclui e realiza, a partir de
suas observações.
Com o que foi exposto acima, podemos entender que a gestão do conhecimento consiste
em organizar e sistematizar, em todos os pontos possíveis, os dados, a
informação e o conhecimento da organização. De forma simples, trata-se
de uma gestão que gira em torno da capacidade de captar, gerar,
traduzir, modelar, transformar, armazenar, disseminar e gerenciar as
informações (interna ou externa). Essa informação deve ser transformada
em conhecimento e distribuída para os colaboradores da organização. O
conhecimento aplicado, passa a ser um ativo da empresa e não mais um
suporte à tomada de decisão.
Objetivos da Gestão do Conhecimento
A
gestão do conhecimento é reconhecido como um recurso estratégico
inserido nas empresas e no cotidiano das pessoas. No geral, consiste na
modelagem do processo por meio de conhecimentos gerados, ao mesmo tempo
em que estrutura as atividades como parte de um gerenciamento
corporativo. Ela visa tornar acessível grandes quantidades de informação
organizacional, dando vida aos dados soltos e transformando-os em
informação essencial ao desenvolvimento da empresa.
A gestão do conhecimento ainda permite o mapeamento dos ativos intelectuais, possuindo também o intuito de apoiar a geração de novos conhecimentos e o estabelecimento de estratégias competitivas para a organização, aumentando sua competitividade, seja através da valorização de seus bens intangíveis ou do desenvolvimento lógico dos dados de forma a torná-los compreensíveis e de fácil aplicação para todos. Com esses objetivos, a gestão do conhecimento nas organizações amplia a estratégia competitiva e concorrencial da empresa, reduzindo seus custos com P&D (Planejamento e Desenvolvimento), gerando novos modelos de negócios e melhorando o aproveitamento do seu capital intelectual.
Substancialmente, a gestão do conhecimento acaba favorecendo a organização por meio do seu próprio desempenho, preocupando-se com as condições organizacionais e com o compartilhamento de informações relevantes que geram impactos positivos para a empresa. O capital humano, torna-se fonte geradora de receita, a informação se transforma em ferramenta para a comunicação e o relacionamento se torna algo interativo e decorrente das redes pessoais. A gestão do conhecimento amplia a capacidade da companhia, refletindo sobre o desempenho atual e os fatores que o geram. Pensando, planejando e implementando as ações para se mover da situação atual para a desejada.
Conclusão - Gestão do Conhecimento
O contexto central da gestão do conhecimento nas organizações é o de
aproveitar os recursos que já existem na empresa para que as pessoas
procurem, encontrem e empreguem as melhores práticas, ao invés de tentar
criar algo que já havia sido criado. De maneira resumida, se trata de
uma gestão que tem como principal finalidade agregar valor à informação
existente, filtrando e resumindo os dados dispersos, as informações e o
conhecimento, para que assim se desenvolva numa característica de
utilização pessoal e organizacional, auxiliando no alcance da informação
necessária para a execução de determinada ação.
A gestão do conhecimento, de alguma forma, sempre existiu nas empresas. A
mudança atual é o simples fato de que esse estudo vem sendo vinculado à
administração estratégica das
organizações, seja através de práticas de valorização do capital
intelectual, da mensuração dos resultados, da remuneração por
competência, entre outros fatores. Portanto, para implantar e ter
sucesso com a gestão do conhecimento as empresas devem se ver como uma
comunidade humana, na qual o conhecimento coletivo representa o seu
maior diferencial, pois é na coletividade que se baseiam as competências
para o desenvolvimento do trabalho.
Entender que a gestão do conhecimento nas organizações é a
modelagem dos processos corporativos a partir do conhecimento gerado por
quem os exerce, permite a estruturação das atividades organizacionais,
com parâmetros gerados pelo monitoramento dos processos. Por fim,
percebemos que a gestão do conhecimento é um sistema de gerenciamento
corporativo, ou seja, trata-se um conceito gerencial que permite às
empresas ganharem poder de competição ante a concorrência, conciliando
tecnologias da informação e processos de comunicação com o
desenvolvimento constante do aprendizado organizacional.
Fonte: http://www.portal-administracao.com
Por: Andréa Lima- Turma de RH Idecc/ Messejana
quarta-feira, 25 de maio de 2016
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